Peptídeo aparece com frequência em conversas e raramente com contexto. Aqui vão primeiro os fundamentos, depois as considerações práticas.
Atualizado em 2026-03-06. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
Na Idade Moderna, o médico, químico e fisiologista belga Jan Baptista van Helmont afirmou que a asma tem origem nos canais dos pulmões. Bernardino Ramazzini, considerado o pai da medicina do desporto, salientou a existência de uma associação entre a asma e o pó orgânico e descreveu a asma induzida pelo exercício. Em 1873, um dos primeiros artigos sobre o tópico na perspetiva da medicina moderna procurou explicar a fisiopatologia da doença. Outro, em 1872, concluiu que a asma poderia ser curada ao esfregar o peito com linimento de clorofórmio. Em 1880, os tratamentos médicos para a asma prescreviam a administração intravenosa de doses de um fármaco denominado pilocarpina. Em 1886, foi proposta a relação entre a asma e a rinite alérgica. Em 1905 propôs-se pela primeira vez o uso de epinefrina para o tratamento de asma. Entre as décadas de 1930 e 1950, a asma era considerada uma das sete principais doenças psicossomáticas, uma abordagem que provavelmente impediu avanços científicos na época. Considerava-se que a sua causa fosse psicológica, e o tratamento baseava-se muitas vezes na psicanálise ou outras terapias conversacionais. Uma vez que estes psicoanalistas interpretavam os sibilos de asma como o choro reprimido de uma criança pela sua mãe, consideravam que o tratamento de depressão seria de especial importância para indivíduos com asma. A asma, enquanto doença inflamatória, só foi plenamente reconhecida por volta do início da década de 1960.
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Na década de 1950 começaram a ser usados no tratamento corticosteroides orais e em 1956 foi introduzido para uso clínico o primeiro inalador pressurizado doseável. Na década seguinte, generalizou-se o uso de corticosteroides inalatórios e agonistas beta seletivos de rápida ação.
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==== Recursos externos ==== Manual de Boas Práticas na Asma, revisão de 2007. Publicado pela Direcção-Geral de Saúde. Passos da técnica inalatória. Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar UFF/MedMap - Conteúdo sobre Asma para estudantes de medicina National Asthma Education and Prevention Program (NAEPP) (2007). «Expert Panel Report 3: Guidelines for the Diagnosis and Management of Asthma» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 2 de julho de 2014 British Thoracic Society (2008). «British Guideline on the Management of Asthma» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 14 de abril de 2016 Iniciativa Global para a Asma (2011). «Global Strategy for Asthma Management and Prevention» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 3 de março de 2016
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As desordens do espectro alcoólico fetal são um grupo de condições que podem ocorrer numa pessoa cuja mãe tenha consumido álcool durante a gravidez. Entre os problemas que ocorrem estão anomalias estruturais, comportamentais e neurocognitivas, déficit intelectual e de crescimento, baixo peso ao nascer, microcefalia e perda de audição ou visão. Indivíduos afetados tem geralmente maior propensão a dificuldades de aprendizado e experiências escolares problemáticas, conflitos com a lei, comportamento sexual inadequado e problemas com o álcool ou outras drogas. O mais grave destes distúrbios denomina-se síndrome alcoólica fetal. Entre outros tipos estão a síndrome alcoólica fetal parcial, encefalopatia alcoólica e as desordens neurocomportamentais da exposição ao álcool. Levantamentos feitos nos Estados Unidos detectaram que cerca de 10% das mulheres grávidas consomem álcool no último mês de gestação e que 20% a 30% consumiram em algum momento da gravidez. Cerca de 4,7% das gestantes norte-americanas são alcoólatras. O risco de complicações depende da quantidade de álcool consumida, a frequência de consumo e em que momento da gestação ele ocorre. Outros fatores de risco podem incluir idade avançada, tabagismo e má alimentação. O consumo de pequenas doses de álcool neste período também é deletério e, embora não cause anomalias faciais, pode causar problemas de comportamento, pois a substância atravessa a barreira hematoencefálica e afeta direta e indiretamente o desenvolvimento do feto. O diagnóstico é baseado em sinais e sintomas.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)